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Michel Random 1933-2008
A alma dança a beleza da alma
Porque no cume da paciência há a impaciência do cume
E no cume desse cume há a vertigem
E a vertigem pertence apenas à visão do ser
Pois é no ser da Beleza que se descobre o sentido de todas as coisas
Porque tais belezas são intemporais
Elas são o próprio sopro de cada instante
Onde o ser e a visão compõem, de algum modo, a alquimia de todas as essências.
(Michel Random. O Belo)
São muitas as manifestações de apreço, amizade, admiração e reverência enviadas pelos membros do CETRANS por ocasião da morte de Michel Random em 14 de julho último. Sua presença e colaboração durante muitos anos foi fundamental para o crescimento do CETRANS, como lembram Américo Sommerman, Maria F. de Mello e Vitória M. Barros, seus amigos pessoais e coordenadores iniciais do CETRANS.
Nas palavras de Basarab Nicolescu:" E, antes de tudo, ele era poeta. Poeta na alma, poeta na vida". Conheça na íntegra, em anexo, a mensagem do Boletim do CIRET sobre Michel Random.
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